A Brigada Militar se manifestou por meio de nota oficial sobre a prisão de uma policial militar de 36 anos ocorrida na manhã desta quarta-feira (15), informação que se tratava de uma militar, apurada com exclusividade pelo portal, em Santa Maria. A militar foi detida durante uma operação da Polícia Civil que investiga um furto qualificado mediante arrombamento a um estabelecimento comercial registrado no feriado de Páscoa deste ano.
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Na mesma ação, também foram presos dois homens, de 40 e 45 anos. Conforme a investigação, ambos possuem antecedentes policiais por furtos mediante arrombamento a estabelecimentos bancários. Os três foram detidos em flagrante pelos crimes de receptação e associação criminosa.
A operação foi realizada por agentes da 4ª Delegacia de Polícia, que cumpriram mandado de busca e apreensão na região central do município. Durante as diligências, os policiais apreenderam grande quantidade de materiais relacionados ao crime investigado, além de um veículo Toyota/Corolla que, conforme a apuração, teria sido utilizado na prática delituosa.
A ação contou ainda com o apoio de agentes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO) de Santa Maria e da Brigada Militar, sendo coordenada pelo delegado de Polícia Antônio Firmino de Freitas Neto.
Em nota, a Brigada Militar informou que a policial já estava afastada das atividades operacionais desde abril de 2025 e confirmou que, após o cumprimento do mandado judicial, ela foi encaminhada ao Presídio Policial Militar, em Porto Alegre.
Confira a íntegra da nota da Brigada Militar:
“A Brigada Militar informa que, na manhã desta quarta-feira (15/04), no município de Santa Maria, foi cumprido mandado de prisão em desfavor de uma policial militar, no âmbito de investigação conduzida pela Polícia Civil.
A militar estadual encontra-se afastada das atividades operacionais desde abril de 2025, conforme publicação no Diário Oficial do Estado, respondendo a processo administrativo disciplinar, o qual poderá, ao final do devido processo legal, resultar no desligamento do serviço público.
Após o cumprimento da ordem judicial, a policial militar foi conduzida ao Presídio Policial Militar, em Porto Alegre, onde permanece à disposição da Justiça.
A Instituição reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e a estrita observância dos princípios que regem a Administração Pública, mantendo-se colaborativa com os órgãos competentes para o integral esclarecimento dos fatos.”