O advogado Edson Lorenzoni Junior, ex-assessor jurídico da Prefeitura de Faxinal do Soturno e inscrito na OAB/RS sob o número 110143, emitiu uma nota de esclarecimento nesta terça-feira (21), respondendo às recentes alegações de seu envolvimento em uma operação policial. As acusações, veiculadas pela imprensa e redes sociais, sugerem um possível vazamento de informações e obstrução da justiça, o que foi prontamente refutado por Lorenzoni.
Negação de Prisão e Obstrução de Justiça
Lorenzoni iniciou sua nota deixando claro que não foi preso e que não praticou qualquer ato de obstrução de justiça, como sugerido em algumas publicações. Segundo o advogado, a conversa mantida com seu cliente ocorreu exclusivamente dentro do âmbito profissional da advocacia, sem qualquer ligação com a operação conduzida pelas autoridades. A operação, conduzida pela polícia e pelo Ministério Público, teve todos os mandados cumpridos com sucesso, conforme afirmado pelo próprio delegado da operação, que também confirmou que todos os alvos foram presos, o que desmente as acusações de vazamento de informações.
Criminalização da Advocacia e Direito à Defesa
Edson Lorenzoni Junior fez questão de frisar que a tentativa de transformar um diálogo técnico entre advogado e cliente em um elemento de suspeita representa uma criminalização da advocacia e uma ameaça ao direito fundamental de defesa, pilar do Estado Democrático de Direito. Ele reforçou que a defesa do cliente é uma prerrogativa da profissão e que tal acusação prejudica a integridade do exercício da advocacia, essencial para a proteção dos direitos de todos os cidadãos.
Arma Mencionada: Esclarecimento sobre Regularização Judicial
O advogado também esclareceu a menção de uma arma no caso, explicando que se trata de um bem registrado no inventário judicial, que foi regularmente partilhado com uma cliente por meio de uma decisão judicial, com a devida regularização perante o órgão competente. A arma, portanto, não tem qualquer vínculo com atividades ilícitas, como foi sugerido por algumas publicações.
Prefeitura de Faxinal do Soturno: Isenção na Operação
Lorenzoni destacou ainda que a Prefeitura Municipal de Faxinal do Soturno, da qual foi ex-assessor jurídico, não tem qualquer envolvimento na operação, que foi conduzida de forma sigilosa e exclusiva pelas autoridades policiais e ministeriais. A administração municipal não esteve envolvida, como será comprovado durante o processo.
Rumores Circulando na Cidade: Desmentindo Especulações
O advogado também se manifestou sobre os rumores circulantes na cidade, esclarecendo que os comentários sobre a operação não tiveram origem em sua atuação profissional nem em qualquer prática de sua parte. Lorenzoni assegura que todos os elementos serão apresentados dentro dos meios legais no momento processual adequado, com o devido respeito às instituições.
Acompanhamento da OAB/RS
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também foi acionada por Lorenzoni, que comunicou à entidade a violação das suas prerrogativas profissionais e a divulgação indevida de informações sigilosas. A OAB/RS está acompanhando o caso e tomará as providências cabíveis.
Confiança nas Instituições e na Justiça
Por fim, Edson Lorenzoni Junior reafirma sua confiança nas instituições e na Justiça, comprometendo-se a colaborar com total transparência para o esclarecimento dos fatos e a defesa de seus direitos. O advogado reitera sua postura ética e profissional no exercício da advocacia e se coloca à disposição para fornecer todos os esclarecimentos necessários.
Edson Lorenzoni Junior
Advogado – OAB/RS 110143
Confira a nota na íntegra
Nota de Esclarecimento
Diante das recentes declarações e publicações veiculadas na imprensa e nas redes sociais, venho esclarecer que não fui preso e não pratiquei qualquer ato de obstrução de justiça.
A conversa mantida com meu cliente ocorreu exclusivamente dentro do âmbito profissional da advocacia, sem qualquer relação com a operação conduzida pelas autoridades, que sequer eu tinha conhecimento!
A tentativa de transformar um diálogo técnico entre advogado e cliente em elemento de suspeita representa uma indevida criminalização da advocacia e contribui para a banalização do exercício da defesa, que é um dos pilares do Estado Democrático de Direito.
Ressalto que, conforme o próprio delegado declarou à imprensa, todos os mandados foram cumpridos com sucesso e todos os alvos foram presos, o que demonstra, de forma inequívoca, que não houve qualquer vazamento de informações.
Esclareço, ainda, que a arma mencionada não se trata de objeto ilícito, mas sim de bem integrante de inventário judicial, regularmente partilhado a uma cliente mediante decisão judicial que determinou sua regularização perante o órgão competente.
Importante frisar que a Prefeitura Municipal não atua em apoio a esse tipo de operação, justamente por se tratar de ações sigilosas e de exclusiva condução policial e ministerial, o que reforça que não havia qualquer motivo para se presumir envolvimento institucional, e isso será devidamente comprovado!
Além disso, é de conhecimento público que já circulavam comentários na cidade sobre a possibilidade de uma operação, o que demonstra que tais rumores não tiveram origem em mim nem em qualquer atuação profissional minha. Esses elementos serão devidamente apresentados no momento processual oportuno, dentro dos meios legais e com o respeito às instituições.
Já acionei a Ordem dos Advogados do Brasil – OAB/RS, que acompanha o caso e tomará as providências cabíveis diante da violação das prerrogativas profissionais e da divulgação indevida de informações sigilosas.
Reitero minha confiança na Justiça e nas instituições, e sigo colaborando com total transparência para o esclarecimento dos fatos.
Edson Lorenzoni Junior
Advogado – OAB/RS 110143