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Prefeitura de Faxinal do Soturno exonera assessor jurídico após indiciamento em investigação da Operação Quarta Colônia Livre

A Prefeitura de Faxinal do Soturno divulgou, na tarde desta terça-feira (21), uma nota oficial informando a exoneração do assessor jurídico municipal, após o servidor ter sido indiciado pela Polícia Civil no âmbito da Operação Quarta Colônia Livre, que investiga o envolvimento de dezenas de pessoas com o tráfico de drogas e uma organização criminosa […]

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Prefeitura de Faxinal do Soturno exonera assessor jurídico após indiciamento em investigação da Operação Quarta Colônia Livre
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A Prefeitura de Faxinal do Soturno divulgou, na tarde desta terça-feira (21), uma nota oficial informando a exoneração do assessor jurídico municipal, após o servidor ter sido indiciado pela Polícia Civil no âmbito da Operação Quarta Colônia Livre, que investiga o envolvimento de dezenas de pessoas com o tráfico de drogas e uma organização criminosa atuante na região.   A decisão, segundo o comunicado, foi tomada de forma imediata, após a confirmação do indiciamento durante coletiva de imprensa conduzida pelo delegado regional Sandro Meinerz, na segunda-feira (20).   Na ocasião, o delegado revelou que o servidor teria vazado informações sigilosas da operação para integrantes de uma facção criminosa, configurando obstrução à Justiça e posse ilegal de arma de fogo.   Em nota, o Executivo Municipal afirmou que, embora ainda não haja decisão judicial definitiva sobre o caso, a permanência do servidor no cargo de confiança seria incompatível com os princípios da administração pública, especialmente os da moralidade, transparência e zelo pelo interesse coletivo.   A Prefeitura também reforçou que repudia qualquer conduta ilícita e que o Município segue comprometido com a ética, probidade e legalidade na condução de todos os atos administrativos.    – O Município reafirma seu compromisso com a ética, a probidade e a legalidade na condução dos atos administrativos, mantendo posição contrária a qualquer conduta que possa configurar prática ilícita ou comprometer a confiança da população nas instituições públicas – destaca o texto.   A administração municipal ainda ressaltou que respeita o direito de defesa e o contraditório do ex-servidor, garantias fundamentais previstas na Constituição Federal, e concluiu reafirmando o compromisso com o interesse público e a transparência administrativa.    Nota oficial na íntegra  
O Município de Faxinal do Soturno, diante das informações veiculadas acerca do indiciamento do então Assessor Jurídico Municipal, no âmbito de investigação conduzida pela Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Sul, sob a coordenação do Delegado Regional de Polícia, Dr. Sandro Meinerz, vem a público esclarecer que adotou, de forma imediata, as providências cabíveis, procedendo à exoneração do referido servidor, com efeitos a partir de hoje.
 
Embora ainda não haja decisão judicial definitiva sobre os fatos investigados, o Município entende que a permanência do servidor em cargo de confiança mostra-se incompatível com os princípios que regem a administração pública, em especial os da moralidade, da transparência e do zelo pelo interesse coletivo.
 
O Município reafirma seu compromisso com a ética, a probidade e a legalidade na condução dos atos administrativos, mantendo posição contrária a qualquer conduta que possa configurar prática ilícita ou comprometer a confiança da população nas instituições públicas.
 
Ao mesmo tempo, a Administração reconhece e respeita o direito ao contraditório e à ampla defesa do ex-servidor, garantias fundamentais asseguradas pela Constituição Federal a todo cidadão no Estado Democrático de Direito.
 
O Município de Faxinal do Soturno seguirá sempre pautado pelo interesse público e pela transparência administrativa.
 
Faxinal do Soturno, 21 de outubro de 2025.
 

O advogado Edson Lorenzoni Junior, ex-assessor jurídico da Prefeitura de Faxinal do Soturno e inscrito na OAB/RS sob o número 110143, emitiu uma nota de esclarecimento nesta terça-feira (21), respondendo às recentes alegações de seu envolvimento em uma operação policial. As acusações, veiculadas pela imprensa e redes sociais, sugerem um possível vazamento de informações e obstrução da justiça, o que foi prontamente refutado por Lorenzoni.

Negação de Prisão e Obstrução de Justiça

Lorenzoni iniciou sua nota deixando claro que não foi preso e que não praticou qualquer ato de obstrução de justiça, como sugerido em algumas publicações. Segundo o advogado, a conversa mantida com seu cliente ocorreu exclusivamente dentro do âmbito profissional da advocacia, sem qualquer ligação com a operação conduzida pelas autoridades. A operação, conduzida pela polícia e pelo Ministério Público, teve todos os mandados cumpridos com sucesso, conforme afirmado pelo próprio delegado da operação, que também confirmou que todos os alvos foram presos, o que desmente as acusações de vazamento de informações.

Criminalização da Advocacia e Direito à Defesa

Edson Lorenzoni Junior fez questão de frisar que a tentativa de transformar um diálogo técnico entre advogado e cliente em um elemento de suspeita representa uma criminalização da advocacia e uma ameaça ao direito fundamental de defesa, pilar do Estado Democrático de Direito. Ele reforçou que a defesa do cliente é uma prerrogativa da profissão e que tal acusação prejudica a integridade do exercício da advocacia, essencial para a proteção dos direitos de todos os cidadãos.

Arma Mencionada: Esclarecimento sobre Regularização Judicial

O advogado também esclareceu a menção de uma arma no caso, explicando que se trata de um bem registrado no inventário judicial, que foi regularmente partilhado com uma cliente por meio de uma decisão judicial, com a devida regularização perante o órgão competente. A arma, portanto, não tem qualquer vínculo com atividades ilícitas, como foi sugerido por algumas publicações.

Prefeitura de Faxinal do Soturno: Isenção na Operação

Lorenzoni destacou ainda que a Prefeitura Municipal de Faxinal do Soturno, da qual foi ex-assessor jurídico, não tem qualquer envolvimento na operação, que foi conduzida de forma sigilosa e exclusiva pelas autoridades policiais e ministeriais. A administração municipal não esteve envolvida, como será comprovado durante o processo.

Rumores Circulando na Cidade: Desmentindo Especulações

O advogado também se manifestou sobre os rumores circulantes na cidade, esclarecendo que os comentários sobre a operação não tiveram origem em sua atuação profissional nem em qualquer prática de sua parte. Lorenzoni assegura que todos os elementos serão apresentados dentro dos meios legais no momento processual adequado, com o devido respeito às instituições.

Acompanhamento da OAB/RS

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também foi acionada por Lorenzoni, que comunicou à entidade a violação das suas prerrogativas profissionais e a divulgação indevida de informações sigilosas. A OAB/RS está acompanhando o caso e tomará as providências cabíveis.

Confiança nas Instituições e na Justiça

Por fim, Edson Lorenzoni Junior reafirma sua confiança nas instituições e na Justiça, comprometendo-se a colaborar com total transparência para o esclarecimento dos fatos e a defesa de seus direitos. O advogado reitera sua postura ética e profissional no exercício da advocacia e se coloca à disposição para fornecer todos os esclarecimentos necessários.

Edson Lorenzoni Junior

Advogado – OAB/RS 110143

Confira a nota na íntegra

Nota de Esclarecimento

Diante das recentes declarações e publicações veiculadas na imprensa e nas redes sociais, venho esclarecer que não fui preso e não pratiquei qualquer ato de obstrução de justiça.

A conversa mantida com meu cliente ocorreu exclusivamente dentro do âmbito profissional da advocacia, sem qualquer relação com a operação conduzida pelas autoridades, que sequer eu tinha conhecimento!

A tentativa de transformar um diálogo técnico entre advogado e cliente em elemento de suspeita representa uma indevida criminalização da advocacia e contribui para a banalização do exercício da defesa, que é um dos pilares do Estado Democrático de Direito.

Ressalto que, conforme o próprio delegado declarou à imprensa, todos os mandados foram cumpridos com sucesso e todos os alvos foram presos, o que demonstra, de forma inequívoca, que não houve qualquer vazamento de informações.

Esclareço, ainda, que a arma mencionada não se trata de objeto ilícito, mas sim de bem integrante de inventário judicial, regularmente partilhado a uma cliente mediante decisão judicial que determinou sua regularização perante o órgão competente.

Importante frisar que a Prefeitura Municipal não atua em apoio a esse tipo de operação, justamente por se tratar de ações sigilosas e de exclusiva condução policial e ministerial, o que reforça que não havia qualquer motivo para se presumir envolvimento institucional, e isso será devidamente comprovado!

Além disso, é de conhecimento público que já circulavam comentários na cidade sobre a possibilidade de uma operação, o que demonstra que tais rumores não tiveram origem em mim nem em qualquer atuação profissional minha. Esses elementos serão devidamente apresentados no momento processual oportuno, dentro dos meios legais e com o respeito às instituições.

Já acionei a Ordem dos Advogados do Brasil – OAB/RS, que acompanha o caso e tomará as providências cabíveis diante da violação das prerrogativas profissionais e da divulgação indevida de informações sigilosas.

Reitero minha confiança na Justiça e nas instituições, e sigo colaborando com total transparência para o esclarecimento dos fatos.

Edson Lorenzoni Junior
Advogado – OAB/RS 110143

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Tag: Notícias

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Redação Rafael Menezes

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Equipe Rafael Menezes

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