Um veículo roubado à mão armada em Santa Maria foi recuperado pela Brigada Militar na manhã desta terça-feira (7), ERS-640, no km 4, em São Vicente do Sul, pouco mais de 12 horas após o crime, durante uma ação do 2º Batalhão Rodoviário da Brigada Militar. Um adolescente de 17 anos foi apreendido e um jovem de 19 anos acabou preso.
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O roubo ocorreu por volta das 23h15 de segunda-feira (6), na Rua Padre Felisberto Azevedo, no bairro Nossa Senhora de Lourdes, em Santa Maria. A vítima, um homem de 48 anos, havia estacionado seu Ford Focus próximo a um estabelecimento comercial para acessar o sinal de internet e fazer um pedido de lanche.
Ao retornar ao carro, foi surpreendido por dois indivíduos encapuzados e armados. Um deles apontava uma pistola, enquanto o outro portava um revólver.
Sob ameaça, o homem foi obrigado a descer do veículo. Um dos criminosos ordenou que ele corresse sem olhar para trás, afirmando que não iria atirar. Em seguida, os suspeitos fugiram em alta velocidade levando o automóvel e diversos pertences da vítima.
Dentro do carro estavam documentos pessoais, cartões bancários, um celular e equipamentos de trabalho, além dos documentos do veículo.
Abordagem ocorreu na ERS-640
Na manhã desta terça-feira (7), policiais militares do 2º Batalhão Rodoviário da Brigada Militar, em Santiago, localizaram o veículo roubado durante uma abordagem na ERS-640, no km 4, no município de São Vicente do Sul.
O automóvel seguia em direção ao município de Cacequi quando foi interceptado pela guarnição.
Durante a ação, um adolescente de 17 anos foi apreendido e um jovem de 19 anos foi preso.

Suspeitos tinham antecedentes
Conforme a Brigada Militar, ambos são naturais de Santa Maria e possuem antecedentes por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.
Com os suspeitos, os policiais apreenderam um cacetete, spray de pimenta e um simulacro de pistola, que pode ter sido utilizado durante o assalto.
Os dois foram encaminhados à Delegacia de Polícia de São Vicente do Sul, onde foram realizados os procedimentos legais.
O caso segue sendo investigado pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), que busca esclarecer todos os detalhes do crime.