Com a taxa Selic em 14,25% ao ano, o crédito fica escasso e o financiamento tradicional se torna muito caro. Isso acontece porque a taxa básica do Banco Central encarece praticamente todos os juros do mercado — desde empréstimos e cartões de crédito até os financiamentos imobiliários e veiculares.
O mecanismo é simples: quando a Selic sobe, o crédito encarece para frear o consumo e controlar a inflação. Quando ela cai, o crédito fica mais barato, estimulando as compras e a produção.
É exatamente nesse cenário de juros altos que o consórcio se destaca. Diferente de outras linhas de crédito, ele não possui cobrança de juros, apenas uma taxa de administração fixa que não varia com a oscilação da Selic. Por isso, ele se tornou a alternativa mais inteligente e econômica para quem busca adquirir um imóvel ou veículo de forma planejada.
Além do planejamento de compras, o consórcio atrai quem busca um investimento lucrativo. Ao ser contemplado, o cliente tem a opção de não usar o bem e, em vez disso, vender a carta de crédito. Essa operação permite lucrar com o ágio sobre o valor já pago, utilizando margens negociadas desde o momento da adesão.
Seja para economizar na compra de um bem, planejar o futuro ou lucrar com a carta contemplada, o consórcio atende a todos os perfis. É por isso que ele se consolidou como a bola da vez do mercado financeiro.
André Marques
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